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<title>Portal de Notícias Demonstrativo - Sua fonte de notícias na cidade de ...</title>
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<description>Site de Notícias demonstrativo</description>
<language>pt-br</language>
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<title>Magia, sol e emoção: Altemar Dutra Jr. arrasta multidão no domingo de Carnaval em Atibaia</title>
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<description>Dono de uma carreira marcada por canções que falam de amor, ele mostrou que também sabe traduzir em música a alegria contagiante do Carnaval</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Cris Carvalho </p>
<p>A Praça da Matriz, em Atibaia, foi tomada por cores, sorrisos e memórias no último domingo de Carnaval. Sob o sol forte e o calor intenso, milhares de foliões permaneceram firmes, embalados por marchinhas que atravessam gerações e reacendem a chama da infância, dos antigos bailes e dos carnavais de rua que moram no coração dos brasileiros.</p>
<p>No centro dessa festa estava um nome que muitos associam imediatamente ao romantismo: Altemar Dutra Jr. E o leitor pode se perguntar — “Mas Altemar Dutra não é um cantor romântico?” Sim, ele é. </p>
<p>E  justamente essa veia emocional que faz de sua apresentação algo tão especial. Dono de uma carreira marcada por canções que falam de amor, ele mostrou que também sabe traduzir em música a alegria contagiante do Carnaval.</p>
<p>Ao som de clássicos como “Me Dá um Dinheiro Aí, Meu Coração é Corinthiano, A Pipa do Vovô” e tantas outras marchinhas eternizadas na memória popular, a multidão cantou em coro, dançou e reviveu lembranças. Cada refrão parecia carregar histórias pessoais — da fantasia improvisada, do confete no cabelo, do primeiro amor de Carnaval.</p>
<p>Mesmo com o calor, ninguém arredou pé. Famílias inteiras, crianças nos ombros dos pais, grupos de amigos e foliões veteranos transformaram a Praça da Matriz em um grande salão a céu aberto. Era como se o tempo tivesse desacelerado para permitir que todos vivessem, juntos, aquele instante de pura celebração.</p>
<p>Para Altemar, a emoção é dupla. “A alegria não é somente dos foliões, é minha também. Existe uma troca de energia muito forte”, afirma o cantor, que há 20 anos é o responsável por animar o Carnaval atibaiense. No palco, ele não apenas canta — ele se envolve, se entrega, vibra junto. Seu sorriso é tão aberto quanto os braços do público que o acompanha há 20 anos no Carnaval de Atibaia, ka se tornou uma tradição na cidade, qie recebe fãs e amigos do cantor de diversas cidades e estados.<br>Com 30 anos de uma carreira sólida e respeitada, Altemar Dutra Jr. construiu uma trajetória marcada pela emoção, talento e profunda dedicação à música, que sempre foi sua maior inspiração e razão de viver. Ele transformou herança em identidade própria, levando aos palcos uma interpretação intensa, romântica e verdadeira. Ao longo dessas três décadas, sua voz tem sido ponte entre gerações, tocando corações, despertando memórias e reafirmando que a música não é apenas profissão, mas missão, sentimento e eternidade.</p>
<p>O Carnaval em Atibaia segue até a terça-feira, sempre das 16h às 20h, na Praça da Matriz. Mas o domingo já deixou sua marca: a certeza de que a magia das marchinhas permanece viva e que, enquanto houver música e emoção, haverá também o reencontro com nossas melhores lembranças.</p>
<p>Porque o Carnaval é isso — uma ponte entre passado e presente, entre gerações, entre palco e plateia. E, sob o comando de Altemar Dutra Jr., ele se transforma em algo ainda maior: um abraço coletivo embalado por canções que nunca saem de moda.</p>]]></content:encoded>
<category>Entretenimento</category>
<dc:creator>Silvio Lousada</dc:creator>
<pubDate>Mon, 16 Feb 2026 12:45:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Do uso de drones à agricultura regenerativa, o setor agro brasileiro alia tradição e inovação para alimentar o mundo e impulsionar a economia.</title>
<link>https://www.portalmetropolis.com.br/noticia/do-uso-de-drones-a-agricultura-regenerativa-o-setor-agro-brasileiro-alia-tradicao-e-inovacao-para-alimentar-o-mundo-e-impulsionar-a-economia</link>
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<description>Você sabia que o Brasil é um dos maiores produtores de alimentos do mundo? E isso não é por acaso!</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Exemplo de Conteúdo:</strong></p>
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<category>Agro</category>
<dc:creator>Silvio Lousada</dc:creator>
<pubDate>Fri, 08 Aug 2025 15:06:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>CCJ adia análise de projeto que muda processo de demarcação de terra. Pedido de vista coletivo adiou, na Comissão de Constituição.</title>
<link>https://www.portalmetropolis.com.br/noticia/ccj-adia-analise-de-projeto-que-muda-processo-de-demarcacao-de-terra-pedido-de-vista-coletivo-adiou-na-comissao-de-constituicao</link>
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<description>Processo volta para a pauta do colegiado.</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Pedido de vista coletivo adiou, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, a discussão sobre o projeto de Lei (PL) 490/2007, que altera o Estatuto do Índio definido na Constituição de 1988. O processo volta para a pauta do colegiado, após o prazo de duas sessões do plenário da Casa.</p>
<p>Na prática, o projeto estabelece um marco temporal para demarcação das terras, tornando o processo mais complexo. Segundo o texto, serão passíveis de demarcação somente as áreas ocupadas pelos índios até 5 de outubro de 1988, ou as terras em renitente esbulho (perda do bem por violência, clandestinidade ou precariedade).</p>
<p>O relator do projeto, Arthur Maia (DEM-BA), tomou como base, na elaboração do texto, o julgamento da demarcação da terra indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima. Além do marco temporal, Maia adotou o entendimento de renitente esbulho como conflito possessório, iniciado no passado e persistente até o marco demarcatório temporal da data da promulgação da Constituição de 1988.</p>
<p>De acordo com o texto, os processos administrativos de demarcação de terras indígenas ainda não concluídos serão adequados à nova proposta. Outro ponto é que o projeto proíbe a ampliação de terras indígenas já demarcadas.</p>
<p>A deputada Joênia Wapichana (Rede-RR), única representante indígena na Câmara, cobrou a ausência de lideranças no debate da matéria. Desde terça-feira (15), dezenas de representantes de povos indígenas tem protestado contra o projeto. Na manhã desta quarta-feira, eles se posicionaram na entrada da Câmara, mas a entrada foi barrada pela segurança da Casa.</p>
<p>“Esse projeto não interessa aos indígenas que estão aqui na frente do Congresso [Nacional] e vai desfigurar os processo de demarcação de terras indígenas. Ele tenta emplacar uma tese de marco temporal que está sendo rechaçada no Supremo Tribunal Federal”, afirmou a deputada. Ela lembrou que o tema consta da pauta da Corte nesta semana.</p>
<p>Segundo a deputada, o texto desconsidera o histórico de expulsões, remoções forçadas e violências cometidas contra essas populações. Ela disse ainda que a proposta coloca as populações indígenas em vulnerabilidade.</p>
<p>“Será que a gente tem um início de direito para viver, um início de direito de ter a terra indígena?”, questionou a deputada, referindo-se à tese do marco temporal.</p>
<p>“A Constituição diz claramente que o direito às terras são direitos originários, imprescritíveis, inalienáveis", afirmou.</p>
<p>Crítica<br />Para o deputado Ivan Valente (PSOL-SP ), a Constituição determina ao Poder Executivo a competência pela demarcação das terras. Ele disse que somente com as terras homologadas os indígenas podem ter preservados a sua cultura, costumes e modos de vida.</p>
<p>”Esse reconhecimento da organização social, dos costumes, das línguas, das crenças e das tradições indígenas é a expressão concreta do avanço da legislação em relação à defesa dos direitos desses povos. O reconhecimento legitima a cultura e garante aos índios o direito de viverem segundo seus usos e costumes”, disse o deputado, em voto separado.</p>
<p> Autor de outra proposta que trata de demarcação de terras indígenas, Edio Lopes (PL-RR) ressaltou que o texto de Maia é inconstitucional. Para ele, o tema da demarcação de terras indígenas não deveria ser tratado por meio de um projeto de lei.</p>
<p>“Precisamos reconhecer que não podemos doutrinar essa questão através de uma lei ordinária, porque a questão da Raposa Serra do Sol é balizadora da questão indígena no país e ela foi resolvida no STF.  É uma questão constitucional e não podemos tratar o 231 [artigo da Constituição que trata da demarcação] a não ser através de uma proposta de lei complementar”, disse.</p>
<p>Defesa<br />Deputados da base governista defenderam a proposta. O deputado Darci de Matos (PSD-SC) disse que os processo de demarcação têm sido objetos de disputa na Justiça.</p>
<p>“Eu entendo que a demarcação de terras indígenas tem que ocorrer por meio de projeto de lei e não por meio de decreto e por influência de ONG [organização não governamental]”, disse.</p>
<p>O texto apresentado por Maia torna obrigatória a participação de estados e municípios nos procedimentos de demarcação em que se localize a área pretendida e das comunidades diretamente interessadas. O projeto diz que o processo será aberto à manifestação de interessados e de entidades da sociedade civil, desde o início do processo administrativo demarcatório.</p>
<p>A proposta permite a retomada de áreas de reservas destinadas aos povos indígenas, “em razão da alteração dos traços culturais da comunidade ou por outros fatores ocasionados pelo decurso do tempo”.</p>
<p>O texto abre ainda espaço para a exploração, em terras indígenas, de atividades econômicas, como as que são ligadas ao agronegócio e ao turismo, incluindo celebração de contratos com não indígenas.</p>
<p>“Pretendemos conceder-lhes [aos indígenas] as condições jurídicas para que, querendo, tenham diferentes graus de interação com o restante da sociedade, exercendo os mais diversos labores, dentro e fora de suas terras, sem que, é claro, deixem de ser indígenas”, justificou o relator da proposta, Arthur Maia (DEM-BA).</p>]]></content:encoded>
<category>Política</category>
<dc:creator>Silvio Lousada</dc:creator>
<pubDate>Fri, 08 Aug 2025 15:06:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>CNJ promove semana de negociação de dívidas tributárias em todo o país</title>
<link>https://www.portalmetropolis.com.br/noticia/cnj-promove-semana-de-negociacao-de-dividas-tributarias-em-todo-o-pais</link>
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<description>Contribuintes terão condições especiais para regularizar situação</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Começa hoje (11) em todo o país a 1ª Semana Nacional de Regularização Tributária, iniciativa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que conta com a adesão de 33 entes federativos, entre estados e municípios, além da União.</p>
<p>Ao aderir à semana, os órgãos responsáveis pela cobrança de impostos se comprometeram a dar condições vantajosas para que o contribuinte em atraso regularize sua situação. </p>
<p>No caso da União, por exemplo, a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) divulgou as condições de negociação por meio de edital lançado no mês passado. São elegíveis à adesão dívidas tributárias de até R$ 50 milhões.</p>
<p>As condições de descontos e parcelamentos variam. No caso dos inscritos na dívida ativa da União, por exemplo, é possível regularizar a situação com o pagamento de 6% de entrada e até 114 prestações mensais, podendo haver até 100% de desconto no valor de juros, multas e encargos legais. </p>
<p>No caso das dívidas federais, a adesão às condições especiais pode ser feita no portal Regularize, da PGFN, desde as 8h desta segunda-feira (3). </p>
<p>Dados de 2023 do relatório Justiça em Números, mostram que as execuções fiscais - dívidas tributárias reconhecidas e em fase de cobrança - são 34% de todos os casos pendentes na Justiça, ou 27,3 milhões de processos. </p>
<p>Além da União, outros grande litigantes tributários aderiram à semana de negociação, entre eles a cidade de São Paulo, que sozinha figura como parte em 836.279 processos de execução fiscal. Participa também Salvador, com estoque de 359.155 processos de cobrança de impostos. </p>
<p>Para negociações com os fiscos locais, o contribuinte deve buscar o Tribunal de Justiça de seu estado, onde os mutirões estarão sendo realizados.</p>
<p>Para marcar o lançamento da iniciativa, o CNJ organizou um seminário sobre a Semana Nacional de Regularização, que pode ser acompanhado ao vivo pelo canal do órgão no YouTube. </p>]]></content:encoded>
<category>Justiça</category>
<dc:creator>Silvio Lousada</dc:creator>
<pubDate>Fri, 08 Aug 2025 15:06:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Zoo de SP mostra arara-azul-de-lear ao público pela primeira vez</title>
<link>https://www.portalmetropolis.com.br/noticia/zoo-de-sp-mostra-arara-azul-de-lear-ao-publico-pela-primeira-vez</link>
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<description>Escolas já podem programar agendamento para visitas gratuitas</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O Zoológico de São Paulo instalou pela primeira vez em sua área de visitação um grupo de 6 araras-azuis-de-lear, espécie ameaçada de extinção. Escolas públicas, estaduais e municipais do estado de São Paulo já podem solicitar de agendamento para visitas gratuitas. Cada escola pode marcar um passeio para até 250 alunos por dia. </p>
<p><br />A arara-azul-de-lear faz parte da Lista Nacional de Espécies Ameaçadas de Extinção. Atualmente existem 2.200 exemplares na natureza, segundo o último censo do ICMBIO. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil - Paulo Pinto/Agência Brasil<br />A instituição é a primeira do país a reproduzir a espécie em cativeiro a partir de um casal matriz resgatado do tráfico de animais. A arara-azul-de-lear (Anodorhynchus leari), que faz parte da Lista Nacional de Espécies Ameaçadas de Extinção, conta atualmente com 2.200 exemplares na natureza, segundo o último censo do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBIO).</p>
<p>A ave é natural do interior da Bahia, uma região de caatinga com presença de paredões de arenito. Atualmente, as principais ameaças da espécie são o desmatamento de seus territórios, o tráfico de animais, o adensamento das cidades e os incêndios florestais.</p>
<p><strong>Viveiro</strong><br />As aves foram transferidas para um viveiro construído especialmete para elas. No local, há seis araras-azuis-de-lear: Felipe, Luca, Antonio e Benjamin, Amora e Romeu, que são filhos de Maria Clara e Francisco, pais também de Teobaldo, primeiro indivíduo nascido em um zoológico na América Latina, em 2015.</p>
<p>Até o momento, 19 filhotes nasceram na instituição e cinco deles foram encaminhados para o programa de soltura, na Bahia, seu habitat de origem, por meio de parceria com o Instituto Arara-azul-de-lear, parte da rede nacional de conservação da espécie.</p>
<p>Uma das preocupações da instituição é o caráter educativo da iniciativa.</p>
<p>"O local possui placas com orientações sobre conservação, além da presença de educadores ambientais que dialogam com os visitantes sobre a importância da preservação ambiental. A área também é um importante polo educativo para os estudantes que visitam o local. Vale lembrar que o Zoo São Paulo recebe gratuitamente, três vezes por semana, alunos de escolas públicas das redes municipal e estadual", informou Cláudio Hermes Maas, diretor técnico do Zoológico de São Paulo, em entrevista à Agência Brasil.</p>
<p>Segundo Massa, o zoológico pretende aumentar o número de aves de espécies ameaçadas, estabelecendo um circuito educativo sobre animais em risco de extinção.</p>
<p><strong>Como conhecer</strong><br />A solicitação de agendamento para visitas gratuitas de escolas pode ser feita pelo email agendamentos.escolas@zoologico.com.br - com o nome completo do estasbelecimento e o número de alunos que farão o passeio. No site do zoológico, pode ser encontrad o passo a passo para a solicitação, assim como o calendário anual. Cada escola pode marcar um passeio com até 250 alunos por dia. </p>
<p>Os ingressos particulares custam a partir de R$ 39,90. A instituição é aberta todos os dias da semana. Outras gratuidades, descontos e horários estão disponíveis no site.</p>]]></content:encoded>
<category>Entretenimento</category>
<dc:creator>Silvio Lousada</dc:creator>
<pubDate>Fri, 08 Aug 2025 15:06:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Valor de produção da pecuária tem recorde, com marca de R$ 122 bi</title>
<link>https://www.portalmetropolis.com.br/noticia/valor-de-producao-da-pecuaria-tem-recorde-com-marca-de-r-122-bi</link>
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<description>Apesar do valor, percentual da alta foi o menor em cinco anos</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O valor de produção na Pesquisa da Pecuária Municipal - PPM 2023 atingiu novo recorde ao chegar à marca de R$ 122,4 bilhões, alta de 5,4% em relação ao ano anterior. Os produtos de origem animal da pesquisa atingiram R$ 112,3 bilhões, alta de 4,5% em relação a 2022, e os itens da aquicultura foram responsáveis por R$ 10,2 bilhões, aumento de 16,7%. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (19) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>Apesar do crescimento no valor de produção total ser positivo, a marca de 5,4% a mais que o ano anterior é o menor acréscimo percentual dos últimos cinco anos. O principal item a elevar o valor de produção em 2023 foi "ovos de galinha”, com alta de 17,3% e total de R$ 30,4 bilhões (R$ 4,5 bilhões a mais que no ano anterior). A aquicultura também teve significativo acréscimo, totalizando R$ 1,4 bilhão a mais em relação ao ano de 2022.</p>
<p>O ano de 2023 foi marcado por exportações recordes de carnes in natura bovina, de frango e suína, segundo resultados da Secretaria de Comércio Exterior, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. O principal destino da carne bovina foi a China, que adquiriu 59,6% de toda carne in natura exportada. Entretanto, o volume foi 3,4% menor quando comparado com 2022. Já no mercado leiteiro, houve alta na importação do produto que, aliado à demanda interna mais baixa, causou uma redução no preço médio pago ao produtor. Foram importadas 199,2 mil toneladas de leite, alta de 87% em relação ao ano de 2022. Essa entrada maciça do produto, aliada à fraca demanda interna, forçou a redução do preço interno do leite que passou de R$ 2,31/litro, em 2022, para R$ 2,27/litro, em 2023.</p>
<p>A pecuária bovina brasileira entrou em um novo ciclo de seu processo produtivo. A tendência dos últimos anos de retenção de fêmeas para reprodução e consequente venda de bezerros e/ou aumento de rebanho tem mostrado arrefecimento. No ano de 2023 foi possível observar aumento de abate de fêmeas após o preço da arroba do boi ter caído. Porém, mesmo com este cenário, o rebanho bovino atingiu novo recorde e chegou a 238,6 milhões de cabeças, alta de 1,6%.</p>
<p><strong>Estados</strong><br />Mato Grosso se manteve detentor do maior rebanho estadual, com 14,2% do efetivo nacional – o equivalente a 34 milhões de animais, queda de 0,7% em relação ao ano de 2022. Pará segue com a segunda colocação, com 25 milhões de cabeças, alta de 1% em relação ao ano anterior. Em terceiro lugar está Goiás com 23,7 milhões de animais, seguido por Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. Juntos, os cinco principais estados produtores de bovinos concentraram 52% do rebanho nacional.</p>
<p>São Félix do Xingu (Pará), apesar da retração de 2,8% em relação a 2022, mais uma vez liderou o ranking municipal de efetivo de bovinos, com rebanho de 2,5 milhões de cabeças – equivalente a 9,8% do efetivo paraense, 3,9% da Região Norte e 1% do total brasileiro. Corumbá (Mato Grosso do Sul) continuou com o segundo maior rebanho, 2,2 milhões de animais, alta de 8,5% em relação ao ano anterior. Porto Velho (Rondônia) manteve a terceira posição em 2023, com 1,8 milhão de bovinos</p>
<p><strong>Tecnologia</strong><br />A produção de leite foi recorde em 2023 ao atingir 35,4 bilhões de litros. Enquanto a produção de leite subiu, o número de vacas ordenhadas decresceu. Foram contabilizadas 15,7 milhões de vacas ordenhadas, 0,1% a menos que em 2022, sendo esse total de vacas ordenhadas o menor já registrado desde 1979. A maior produção de leite com um menor número de vacas ordenhadas é resultado de incremento na tecnologia do setor leiteiro, que tem investido cada vez mais em genética e manejo do rebanho.</p>
<p>O efetivo de galináceos estimado foi de 1,6 bilhão de cabeças no Brasil, um aumento de 0,6% em relação ao ano anterior. Desse total, 263,5 milhões, 16,7%, são de galinhas, alta de 2,4% em relação a 2022. Desde 1999, o valor estimado de produção de ovos de galinha não para de crescer ano após ano. Em 2023, foi contabilizada a produção recorde de 5 bilhões de dúzias de ovos.</p>
<p>O efetivo de suínos teve redução de 3,1% em relação ao ano anterior, totalizando 43 milhões de animais.</p>
<p>A produção de mel bateu novo recorde de produção e alcançou 64,2 mil toneladas.</p>
<p>Na produção de peixes, foram produzidos 655,3 mil toneladas, 5,8% a mais do que em 2022. A Região Sul se manteve como a principal produtora de peixes e foi responsável por 34,7 % do total nacional. O Nordeste e o Sudeste ultrapassaram a Região Norte, e agora estão na segunda e terceira posições, respectivamente.</p>
<p>Em 2023, o efetivo de caprinos aumentou 4%, chegando a 12,9 milhões de animais, e o efetivo de ovinos apresentou aumento de 1,3%, resultando em 21,8 milhões de animais. Foram os maiores valores já alcançados na pesquisa, para essas duas criações. Com 96% do total de caprinos e 71,2% de ovinos, a Região Nordeste foi a principal responsável pelo aumento nacional.</p>
<p> </p>
<p>*Matéria foi alterada às 12h28 para correção de dados, a pedido do IBGE. O valor de produção chegou a R$ 122,4 bilhões, e não 122,5 bilhões - como foi informado na matéria original. Além disso, a aquicultura teve acréscimo, totalizando R$ 1,4 bilhão a mais em relação ao ano de 2022 -e não R$ 1,5 bilhão, como foi informado anteriormente</p>]]></content:encoded>
<category>Agro</category>
<dc:creator>Silvio Lousada</dc:creator>
<pubDate>Fri, 08 Aug 2025 15:06:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Mato Grosso inclui "boi bombeiro" em lei sobre áreas de proteção.</title>
<link>https://www.portalmetropolis.com.br/noticia/mato-grosso-inclui-boi-bombeiro-em-lei-sobre-areas-de-protecao</link>
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<description>Objetivo é auxiliar no combate aos incêndios no Pantanal</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O governo de Mato Grosso sancionou a lei que inclui a figura do “boi bombeiro” em áreas de proteção permanente (APP), com o objetivo de auxiliar no combate aos incêndios no Pantanal, um dos biomas mais atingidos pelas queimadas.</p>
<p>A Lei 12.653 de 2024, publicada no Diário Oficial do estado na última sexta-feira (24), permite o uso da “pecuária extensiva e a prática de roçada visando a redução de biomassa vegetal combustível e os riscos de incêndios florestais”.</p>
<p>A legislação foi resultado de uma negociação com o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), que pedia alterações em uma lei anterior (11.861 de 2022), alvo de ação direta de inconstitucionalidade. A pecuária extensiva em áreas de pastagens nativas já era permitida em áreas de proteção permanente na legislação aprovada em 2022. Porém, não havia referência ao uso do gado como instrumento para reduzir riscos de incêndio.</p>
<p>Em nota, o governo de MT destacou que o uso da pecuária extensiva - que é quando o gado vive solto no pasto e exige maiores quantidades de terra -  em áreas de proteção permanente é permitido apenas em locais com pastagens nativas.</p>
<p>“Não é uma liberação irrestrita para criar gado no Pantanal, mas sim para que a atividade pecuária crie aceiros naturais, ajudando a reduzir a propagação dos incêndios”, diz a Secretaria de Meio Ambiente de MT, acrescentando que “a lei traz restrições claras, de modo que a atividade promova o desenvolvimento sustentável, econômico e social da região”.</p>
<p>A tese do "boi bombeiro" ganhou repercussão nacional em 2020, quando ocorreu o maior incêndio da história do bioma que consumiu cerca de 30% do Pantanal brasileiro. Na época, a então ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do governo Bolsonaro, Tereza Cristina, defendeu a expansão da pecuária para reduzir as queimadas. Essa tese, que sofre resistência de ambientalistas, parte do princípio de que o gado, ao consumir o material combustível da vegetação, pode reduzir a intensidade dos incêndios. </p>
<p>Acesso e Uso<br />A promotora do MPMT Ana Luiza Perperline, que atuou na ação de inconstitucionalidade contra a lei 11.861 de 2022, explicou à Agência Brasil que a nova legislação publicada na semana passada é um avanço por ter retirado a possibilidade do uso de APPs para pecuária extensiva.</p>
<p>A norma anterior permitia o uso e o acesso do gado a essas áreas de proteção. A nova lei permite apenas o acesso. Ou seja, o gado não pode ficar nas pastagens nativas por tempo indeterminado.</p>
<p>“O boi não vai usar a área de proteção. Ele vai acessar essas áreas apenas para ter acesso à água. É muito difícil você restringir o acesso do gado à água, principalmente em áreas de pastagens nativas. Isso porque, em determinados períodos do ano, praticamente tudo vira, ou virava, água no Pantanal. Essa dificuldade nos leva à conclusão de que é impossível cercar todas essas áreas para impedir o acesso do gado”, explicou.</p>
<p>Para a promotora, as mudanças na lei sanaram as inconstitucionalidades apontadas pelo Ministério Público. “A lei anterior permitia, de certa forma, usar a reserva legal com atividades que não eram permitidas pela legislação, a não ser mediante manejo florestal sustentável”, completou.</p>
<p>Boi bombeiro<br />A tese do "boi bombeiro" é defendida também por alguns estudos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). De acordo com o governo do Mato Grosso, “a permissão sustentável da pecuária no local é fundamentada em mais de 50 anos de estudos da Embrapa Pantanal”. </p>
<p>Por outro lado, a tese é rejeitada por alguns especialistas e ambientalistas. Um levantamento de 2020 do professor Ubirajara Oliveira, do Centro de Sensoriamento Remoto da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), mostrou que nas cidades onde há mais cabeças de gado no Pantanal é onde estavam concentrados o maior número de focos de incêndios.</p>
<p>Para o biólogo Gustavo Figueroa, diretor do Instituto SOS Pantanal, existe um fundo de verdade nessa tese, mas sua eficácia é relativa. “O boi em algumas ocasiões e em alguns locais ele vai diminuir a matéria orgânica, mas não dá pra imaginar que colocando boi por todos os lugares vai diminuir os incêndios, tanto que várias fazendas que têm atividade pecuária pegaram fogo também”, analisou.<br /><br /><em>Edição:</em><br /><em>Sabrina Craide</em></p>]]></content:encoded>
<category>Agro</category>
<dc:creator>Silvio Lousada</dc:creator>
<pubDate>Fri, 08 Aug 2025 15:06:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>AGU pede ao Supremo suspensão de decisão sobre desoneração</title>
<link>https://www.portalmetropolis.com.br/noticia/agu-pede-ao-supremo-suspensao-de-decisao-sobre-desoneracao</link>
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<description>Órgão argumenta que governo fechou um acordo com o Legislativo</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a suspensão, por 60 dias, do processo que trata da desoneração de impostos sobre a folha de pagamento de 17 setores da economia e de determinados municípios, até 2027.</p>
<p>Na petição, o órgão argumenta que o governo federal fechou um acordo na semana passada com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, para restabelecer a reoneração da folha de forma gradual, a partir de 2025.</p>
<p>Diante do acerto, a AGU pede que a liminar proferida pelo ministro Cristiano Zanin no dia 25 de abril, que suspendeu a desoneração a pedido do próprio órgão, tenha efeito em 60 dias para permitir a tramitação de projetos de lei que tratam da questão e de compensações financeiras para o governo federal. </p>
<p>"Ao priorizar soluções extrajudiciais por meio do processo político – estimulando decisões mais plurais e menos traumáticas – aplica-se o mesmo princípio que fundamenta a possibilidade de modulação dos efeitos de decisões em controle concentrado, que vem a ser o da preservação do interesse social e da segurança jurídica, bem como a manutenção da paz social", argumentou a AGU.</p>
<p>No dia 25 de abril, Zanin entendeu que a aprovação da desoneração pelo Congresso não indicou o impacto financeiro nas contas públicas. </p>
<p>A liminar do ministro foi colocada para referendo no plenário virtual da Corte, mas um pedido de vista suspendeu o julgamento. O placar estava em 5 votos a 0 para confirmar a decisão de Zanin. </p>]]></content:encoded>
<category>Justiça</category>
<dc:creator>Silvio Lousada</dc:creator>
<pubDate>Fri, 08 Aug 2025 15:06:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Correios anunciam banca selecionada para realização de concurso</title>
<link>https://www.portalmetropolis.com.br/noticia/correios-anunciam-banca-selecionada-para-realizacao-de-concurso</link>
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<description>Será o Instituto Brasileiro de Formação e Captação</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Os Correios anunciaram nessa quarta-feira (11) a banca selecionada para a realização do concurso público da estatal. O processo de seleção foi vencido pelo Instituto Brasileiro de Formação e Captação (IBFC). O concurso terá dois editais: um para nível médio (cargo agente de Correios) e outro para nível superior (cargo analista de Correios).</p>
<p>Serão 3.469 vagas, sendo 3.099 para nível médio e 369 para nível superior. O salário inicial para agente de Correios é de R$ 2.429,26 e para analista de Correios, de R$ 6.872,48. Mais informações sobre o concurso, incluindo as localidades de aplicação de prova, serão divulgadas na publicação do edital, ainda neste mês de setembro.</p>
<p>A expectativa é que as contratações sejam iniciadas neste ano. Do total de vagas de cada edital, 20% são reservadas a candidatos negros e 10% a pessoas com deficiência.</p>
<p> A prova para o cargo de agente de Correios será objetiva, de conhecimentos gerais e específicos, de caráter eliminatório e classificatório. Já a prova para analista de Correios, também de caráter eliminatório e classificatório, será objetiva, de conhecimentos gerais e específicos, e discursiva, que consistirá em redação de texto dissertativo.</p>
<p><strong>Fortalecimento</strong><br />A realização do concurso público resulta do esforço conjunto da empresa e das federações representativas dos empregados durante as negociações do Acordo Coletivo de Trabalho. Além disso, é uma medida de fortalecimento da estatal, que foi retirada da lista de privatizações pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em seu primeiro dia de governo.</p>
<p>Com mais de 360 anos de história e presente em 100% dos municípios do país, a empresa tem a maior infraestrutura logística da América Latina: uma rede de atendimento de mais de 10 mil agências, mais de 8 mil unidades operacionais, 23 mil veículos e 87 mil empregados diretos.</p>]]></content:encoded>
<category>Economia</category>
<dc:creator>Silvio Lousada</dc:creator>
<pubDate>Fri, 08 Aug 2025 15:06:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Rede 5G completa 2 anos presente em quase 600 municípios</title>
<link>https://www.portalmetropolis.com.br/noticia/rede-5g-completa-2-anos-presente-em-quase-600-municipios</link>
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<description>Prestadoras anteciparam mais de 70% das metas para 2025</description>
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<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item-wrap">
<p>Em rápida expansão, a rede 5G completa 2 anos de operação no Brasil neste sábado (6) com disponibilidade superior às metas fixadas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A tecnologia atende a 27,9 milhões de usuários em 589 municípios.</p>
<p>Segundo a Conexis Brasil Digital, entidade que reúne as empresas de telecomunicações e conectividade, as prestadoras não apenas cumpriram a meta de 2024, como anteciparam mais de 70% das metas para 2025. Atualmente, todas as cidades com mais de 500 mil habitantes têm pelo menos uma operadora que oferece o 5G.</p>
<p>Desde 2021, quando começaram os investimentos na tecnologia, as operadoras investiram R$ 116 bilhões. Por operar em frequências altas, o 5G requer antenas de pequeno porte, o que leva à necessidade de cinco a dez vezes mais antenas que o 4G.</p>
<p>Na mesma data no ano passado, o 5G era oferecido a pouco mais de 10 milhões de usuários em 150 cidades. Segundo a Conexis, de lá para cá, mais de 1 milhão de linhas por mês foram habilitadas para a tecnologia.</p>
<p>O edital Anatel para o leilão 5G obriga a instalação da tecnologia em todas as cidades acima de 500 mil habitantes até julho de 2025 e em todas as localidades com mais de 200 mil habitantes até julho de 2026. Até julho de 2030, a tecnologia deverá estar disponível em todas as cidades brasileiras e em 75% das localidades rurais em todo o país.</p>
<h2>Desafios</h2>
<p>Segundo a Conexis Digital Brasil, um dos motivos para a rápida expansão da rede 5G foi o fato de o leilão privilegiar os investimentos na instalação e expansão da tecnologia, em vez de concentrar-se apenas em quem pagaria o maior valor. Apesar da rápida expansão, a entidade cita desafios, como legislações municipais desatualizadas que atrasam ou impedem a instalação de mais antenas.</p>
<p>Conforme levantamento do projeto Conecte 5G, criado pelas prestadoras associadas ao Conexis, apenas 501 municípios brasileiros têm leis de antenas alinhadas à Lei Geral de Antenas. Isso representa menos de 10% dos municípios brasileiros em conformidade com a legislação federal. As operadoras pedem regras mais claras e licenciamentos mais ágeis para manter a velocidade de expansão do sinal.</p>
<p>A tecnologia 5G tem uma vantagem em relação às redes anteriores, ao exigir a utilização de antenas pequenas, que dispensam torres e podem ser instaladas na fachada de prédios e até em postes e semáforos, sem interferir na paisagem urbana. No entanto, por ter frequência mais alta e comprimento de onda menor, a rede exige a instalação de mais antenas que os outros tipos de sinais.</p>
</div>
<p class="alt-font font-italic my-2 small text-info">Edição: Fernando Fraga</p>]]></content:encoded>
<category>Geral</category>
<dc:creator>Silvio Lousada</dc:creator>
<pubDate>Fri, 08 Aug 2025 15:06:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Produtores colhem algodão orgânico na Paraíba</title>
<link>https://www.portalmetropolis.com.br/noticia/produtores-colhem-algodao-organico-na-paraiba</link>
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<description>O cultivo é feito pela agricultura familiar e quilombola</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>No semiárido paraibano, homens e mulheres do campo celebram a alegria da colheita do algodão orgânico. Este é o quarto ano desde a retomada do plantio da fibra natural em Ingá, na Paraíba, em consórcio com outros alimentos, explica o agricultor Nelson de Macena, produtor de algodão. </p>
<p>Produzido pela agricultura familiar e quilombola, em 2021 eram sete famílias na Itacoop, cooperativa dos agricultores do município de Ingá e região. Hoje, são 28 famílias que se beneficiam diretamente do plantio do algodão orgânico, com destaque para as mulheres; são 22 à frente do trabalho. </p>
<p>Antônia Régis é uma delas e no último ano foi a produtora com o maior faturamento. Filha de agricultores, desde criança ajudava no cultivo da terra e conta que ficou desconfiada com a retomada do plantio do algodão.</p>
<p>Para chegar aos bons resultados, os agricultores usam a tecnologia e seguem orientações de algumas instituições, como a Embrapa, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Isso tudo para vencer o bicudo, inseto que acabou com o ciclo de cultivo de algodão na Paraíba no passado. A agricultora Maria Janete da Silva Rego, de 70 anos, lembra que antigamente se usava muito agrotóxico para combater as pragas, mas hoje a prática é outra. </p>
<p>Com tecnologia e manejo sustentável, o algodão de Ingá pode receber, em breve, uma importante certificação internacional, o GOTS, Global Organic Textile Standard, um dos padrões mais rigorosos para produtos têxteis orgânicos do mundo. Francisca Vieira, presidente da Associação Brasileira da Indústria da Moda Sustentável e líder do projeto Algodão Paraíba, explica a vantagens dessa certificação.</p>
<p>As boas práticas para o cultivo do algodão servem de modelo para outros estados, detalha a pesquisadora Nair Arriel, chefe geral da Embrapa Algodão.</p>
<p>No fim do dia da colheita, agricultores, empresários e demais participantes do evento assistiram a um desfile de roupas de uma das marcas que consome o algodão orgânico de Ingá. </p>]]></content:encoded>
<category>Agro</category>
<dc:creator>Silvio Lousada</dc:creator>
<pubDate>Fri, 08 Aug 2025 15:06:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Senado retoma debate de PEC que pode privatizar praias.</title>
<link>https://www.portalmetropolis.com.br/noticia/senado-retoma-debate-de-pec-que-pode-privatizar-praias</link>
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<description>Matéria está na CCJ para discussão</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O Senado volta a discutir nesta segunda-feira (27) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 3/2022 que transfere a propriedade dos terrenos do litoral brasileiro, hoje sob o domínio da União, para estados, municípios e proprietários privados. Aprovado em fevereiro de 2022 na Câmara dos Deputados, a PEC estava parada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado desde agosto de 2023.</p>
<p>Uma audiência pública discute hoje o tema, que está sob a relatoria do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e enfrenta resistência da base governista. Organizações ambientalistas alertam que a proposta traz o risco de privatização das praias por empreendimentos privados e pode comprometer a biodiversidade do litoral brasileiro.</p>
<p>Além das praias, a União detém a propriedade de margens de rios e lagoas onde há a influência das marés.</p>
<p>De acordo com o Observatório do Clima, “esse é mais um projeto do Pacote da Destruição prestes a ser votado. Isso põe em risco todo o nosso litoral, a segurança nacional, a economia das comunidades costeiras e nossa adaptação às mudanças climáticas”.</p>
<p>Para o grupo que reúne diversas entidades de defesa do clima e do meio ambiente, os terrenos de marinha são guardiões naturais contra enchentes, deslizamentos e eventos climáticos extremos.</p>
<p>“Essa defesa é essencial para a nossa segurança e resiliência. Essas áreas preservam nossa biodiversidade e equilíbrio dos ecossistemas costeiros. Privatização pode trazer danos irreversíveis”, afirmou o Observatório, em nota.</p>
<p>A PEC exclui o inciso VII do artigo 20 da Constituição, que afirma que os terrenos de marinha são de propriedade da União, transferindo gratuitamente para os estados e municípios “as áreas afetadas ao serviço público estadual e municipal, inclusive as destinadas à utilização por concessionárias e permissionárias de serviços públicos”.</p>
<p>Para os proprietários privados, o texto prevê a transferência mediante pagamento para aqueles inscritos regularmente “no órgão de gestão do patrimônio da União até a data de publicação” da Emenda à Constituição. Além disso, autoriza a transferência da propriedade para ocupantes “não inscritos”, “desde que a ocupação tenha ocorrido pelo menos cinco anos antes da data de publicação” da PEC.</p>
<p>Ainda segundo o relatório, permanecem como propriedade da União as áreas hoje usadas pelo serviço público federal, as unidades ambientais federais e as áreas ainda não ocupadas.</p>
<p>MMA<br />Em entrevista hoje à Rádio Nacional, a diretora do Departamento de Oceano e Gestão Costeira do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Ana Paula Prates, defendeu que esses terrenos, hoje com a União, funcionam como proteção contra as mudanças climáticas. <br />“Acabar com essa figura é um retrocesso enorme. A PEC termina com essa figura dos terrenos de marinha, que são terrenos da União, e passa gratuitamente para estados e municípios, para poder, inclusive, privatizar essas áreas”, disse.<br />A representante do MMA acrescentou que a PEC não privatiza diretamente as praias, mas pode levar ao fechamento dos acessos às áreas de areia. “Na hora em que esses terrenos todos que ficam após as praias forem privatizados, você começa a ter uma privatização do acesso a elas, que são bens comuns da sociedade brasileira”.]</p>
<p>Defesa<br />O senador Flávio Bolsonaro defende, em seu relatório, que a mudança é necessária para regularizar as propriedades localizadas nos terrenos de marinha. “Há, no Brasil, inúmeras edificações realizadas sem a ciência de estarem localizadas em terrenos de propriedade da União”.</p>
<p>Segundo Flávio, “os terrenos de marinha causam prejuízos aos cidadãos e aos municípios. O cidadão tem que pagar tributação exagerada sobre os imóveis em que vivem: pagam foro, taxa de ocupação e IPTU. Já os municípios, sofrem restrições ao desenvolvimento de políticas públicas quanto ao planejamento territorial urbano em razão das restrições de uso dos bens sob domínio da União”.</p>
<p>O senador fluminense argumenta ainda que a origem do atual domínio de marinha sobre as praias foi justificada pela necessidade de defesa do território contra invasão estrangeira, motivo que não mais existiria, na visão do parlamentar.</p>
<p>“Atualmente, essas razões não estão mais presentes, notadamente diante dos avanços tecnológicos dos armamentos que mudaram os conceitos de defesa territorial”, disse no parecer da PEC.</p>
<p>Audiência<br />Na audiência pública desta segunda-feira, a CCJ do Senado deve ouvir a Coordenadora-Geral do Departamento de Oceano e Gestão Costeira do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Marinez Eymael Garcia Scherer; a representante Movimento das Pescadoras e Pescadores Artesanais (MPP); Ana Ilda Nogueira Pavã; o diretor-Presidente da Associação de Terminais Portuários Privados (ATP), Murillo Barbosa; o prefeito de Florianópolis (SC), Topázio Silveira Neto, entre outros convidados.</p>
<p>*Matéria alterada às 12h50 de hoje (27) para acréscimo de informação (MMA).</p>
<p>* Matéria alterada em 28/05, às 14h30 para correção da expressão referente aos terrenos no litoral. São chamados de "terrenos de marinha" e não "terrenos da Marinha", como anteriormente informado.</p>]]></content:encoded>
<category>Política</category>
<dc:creator>Silvio Lousada</dc:creator>
<pubDate>Fri, 08 Aug 2025 15:06:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Cármen Lúcia fala em resistir contra autoritarismos e retrocesso civil</title>
<link>https://www.portalmetropolis.com.br/noticia/carmen-lucia-fala-em-resistir-contra-autoritarismos-e-retrocesso-civil</link>
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<description>Ministra do STF lançou livro sobre Direitos Humanos no Rio de Janeiro</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), lançou nesta segunda-feira (2), no Rio de Janeiro, o livro Direito de/para todos, que traz reflexões sobre os 30 artigos da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Em contexto recente de ataques à democracia no país, a ministra defende que o conhecimento sobre as leis e o processo histórico de conquista delas é um passo importante contra retrocessos civilizatórios.</p>
<p>“Todos os escritos e as palavras que levem as pessoas a pensarem um pouco no que significa a liberdade, a igualdade e a dignidade podem levar a uma resistência contra todas as formas de não democracia, de autocracia e de ditadura. Precisamos dessas bases para não repetir o retrocesso no processo civilizatório de conquistas de direitos”, disse a ministra, em entrevista à Agência Brasil.</p>
<p>A obra foi lançada oficialmente em cerimônia na Academia Brasileira de Letras. Antes disso, Cármen Lúcia, também presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), participou das gravações do programa Trilha de Letras, da TV Brasil, na BiblioMaison, biblioteca do Consulado geral da França no Rio de Janeiro. O programa, apresentado por Eliana Alves Cruz, vai ao ar na quarta-feira da semana que vem (11).</p>
<p>Cada um dos 30 artigos do livro é ilustrado com obras do artista plástico Candido Portinari. Há um histórico sobre a criação da Organização das Nações Unidas (ONU) e dos caminhos que levaram à criação da Declaração Universal dos Direitos Humanos em dezembro de 1948. A ministra fala sobre repercussões do documento, como ele influenciou e se desdobrou em outros tratados, e defende a consulta e observação constante dos artigos para que os direitos sejam garantidos.</p>
<p>“Espero que todas as pessoas que tenham alguma preocupação com os direitos humanos possam ver, pelas imagens do Portinari, um aporte de belezas e de reflexões sobre esses direitos. Eu espero que leiam e gostem principalmente de pensar nos direitos humanos, e de experimentar o que representa de concreto na vida das pessoas os direitos que a Constituição Brasileira assegura”, disse a ministra.</p>]]></content:encoded>
<category>Justiça</category>
<dc:creator>Silvio Lousada</dc:creator>
<pubDate>Fri, 08 Aug 2025 15:06:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>BNDES estrutura concessões do Exército no Rio de Janeiro e em Manaus</title>
<link>https://www.portalmetropolis.com.br/noticia/bndes-estrutura-concessoes-do-exercito-no-rio-de-janeiro-e-em-manaus</link>
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<description>Contrato tem duração de 36 meses</description>
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<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item-wrap">
<p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Exército assinaram nesta terça-feira (9) dois contratos relacionados ao Museu Histórico do Exército e Forte de Copacabana, no Rio de Janeiro, e ao zoológico do Centro de Instrução de Guerra na Selva, em Manaus. O objetivo é estruturar projetos de valorização e exploração econômica desses locais.</p>
<p>Os contratos têm duração de 36 meses. O BNDES ficará responsável por diagnosticar os ativos imobiliários do Exército, os serviços e as necessidades de infraestrutura. Também definirá o modelo de concessão a ser adotado para valorizar os dois empreendimentos em futura licitação pública.</p>
<p>“Esses projetos contarão com o apoio do BNDES para melhorar e requalificar espaços públicos do Exército Brasileiro. Tanto o Forte de Copacabana quanto o Zoo do CIGS são patrimônios nacionais, e agora teremos a oportunidade de torná-los ainda mais atrativos para turistas e moradores aproveitarem todo o seu potencial”, disse Nelson Barbosa, diretor de Planejamento e Relacionamento Institucional do banco.</p>
<p>O projeto de concessão dos dois lugares será por meio de parceria público-privada. Todos estão qualificados no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI). O acervo do zoológico tem 162 animais - somente amazônicos brasileiros - distribuídos em 56 espécies, o que inclui algumas ameaçadas de extinção.  O Museu Histórico do Exército e Forte de Copacabana recebem cerca de 35 mil pessoas por mês. O museu tem um acervo de 15 mil peças, além de indumentárias, armamentos e objetos de uso pessoal históricos.</p>
</div>
<p class="alt-font font-italic my-2 small text-info">Edição: Fernando Fraga</p>]]></content:encoded>
<category>Geral</category>
<dc:creator>Silvio Lousada</dc:creator>
<pubDate>Fri, 08 Aug 2025 15:06:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Mega-Sena sorteia nesta quarta-feira prêmio acumulado em R$ 9 milhões</title>
<link>https://www.portalmetropolis.com.br/noticia/mega-sena-sorteia-nesta-quarta-feira-premio-acumulado-em-r-9-milhoes</link>
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<description>Apostas podem ser feitas até as 19h, horário de Brasília</description>
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<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item-wrap">
<p>As seis dezenas do concurso 2.747 serão sorteadas, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1603388eo=node" /><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1603388eo=node" /></p>
<p>O sorteio terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa. O prêmio está acumulado em R$ 9 milhões.</p>
<p>Excepcionalmente esta semana, a Mega-Sena terá dois sorteios regulares, nesta quarta-feira (10) e no próximo sábado (13).</p>
<p>Caso apenas um ganhador leve o prêmio da faixa principal e aplique todo o valor na poupança, receberá mais de R$ 52,6 mil de rendimento no primeiro mês.</p>
<p>As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet. O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 5. </p>
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<p class="alt-font font-italic my-2 small text-info">Edição: Aécio Amado</p>]]></content:encoded>
<category>Geral</category>
<dc:creator>Silvio Lousada</dc:creator>
<pubDate>Fri, 08 Aug 2025 15:06:00 -0300</pubDate>
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